Motoristas reclamam de interdição de trecho da Euclides da Cunha para eventos da comunidade

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Embora com toda razão e direito, o município de Irapuru sempre interdita parte da Euclides da Cunha para realizações de eventos voltados para a comunidade. Muitos acreditam que isso não deveria acontecer, pois impede o livre trânsito de motoristas que trafegam por Irapuru, com destino a outras regiões e utilizam aquelas ruas.
Geralmente o município tem a necessidade de interditar aquela rua, para shows, eventos diversos, que exigem a concentração da população. Desfile cívico quando do aniversário da cidade, ou mesmo eventos da Associação Comercial e, mais recentemente os bailes de carnaval, para a população.
Na segunda-feira, um motorista de Paranavaí do Estado do Paraná, dirigia com seu caminhão carreta, para Presidente Prudente. Não conhecia muito bem o trajeto em Irapuru e deparou com a Euclides da Cunha interditada. Entrou pela Rio Branco, e parou o seu veículo por um instante, reclamando da situação, enquanto foi comprar uma garrafa de água num dos postos ali existentes.
Segundo ele, o município deveria utilizar outros espaços para a realização desses eventos e deixar a rua liberada para o trânsito, pois todos seguem para Presidente Prudente, utilizando-se de ruas da cidade.
Em alguns pontos, o motorista tem toda razão, mas deveria entender que as ruas pertencem ao município de Irapuru e quem as mantém é a administração pública. Deveria saber também que a Rodovia Julio Budiski é do Estado e por motivos outros, acabou utilizando ruas de Irapuru para prolongamento da referida rodovia.
Quando Irapuru foi fundado, suas ruas foram projetadas e pavimentadas para suportar um pequeno fluxo de veículos. Não haviam caminhões pesados como atualmente trafegam pelo país. As ruas da cidade e, até mesmo as pavimentadas, não receberam o tratamento como a moderna engenharia utiliza nas construções de rodovia, como compactação do solo; utilização de cimento para auxiliar nesse trabalho, etc.
O Estado, como esse jornal já mostrou, dá o mínimo de atenção ao município, pois deveria ser ele o responsável pela manutenção. Em especial a Pedro Leite Ribeiro, trecho da Euclides da Cunha com o cruzamento dessa rua, e utilização da Nove de Julho no sentido Presidente Prudente, ou o seu retorno, por esta ultima e utilização da Lázaro Moysés, que foram construídas sem muitos reforços materiais e nem utilização de sofisticadas máquinas, são utilizadas por pesados caminhões dentro de um tráfego intenso.
Infelizmente manutenção constante não existe pelo DER para o pior a nossa cidade.


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