Para recuperar danos causados pelas chuvas em ruas da cidade, município necessitará de ajuda do Estado

Situação de ruas e estradas se agrava a cada chuva

Situação de ruas e estradas se agrava a cada chuva.

No balanço preliminar, Irapuru conta com 22 ruas danificadas e sete pontes sem acesso. Um quadro que chama a atenção para o grande prejuízo que o município vem tendo com as intensas chuvas que caem na região.

Além de ruas, as estradas não estão tendo as atenções necessárias, tendo em vista a impossibilidade de até mesmo máquinas chegarem aos pontos críticos. Como já aconteceu caso de se remediar um trecho, mas as chuvas chegaram novamente e aumentou ainda mais os danos.
Algumas culturas que deveriam estar sendo colhidas, como a acerola, estão comprometidas. O transporte do leite, da mesma forma encontra  precariedade  até chegar nos pontos mais firmes.
Esta situação exigiu a atenção das autoridades municipais que urge para a elaboração de um levantamento para solicitar recursos do governo do estado, uma vez que, não possue condições para enfrentar todo o problema.
Os recursos materiais da prefeitura são limitados, para o dia-a-dia das suas necessidades, porém, com as chuvas que não param e que ainda voltarão a cair, o problema se agrava ainda mais, o que levou o prefeito a manter contatos com esferas superiores para encaminhamento de pedidos de recursos necessários para solucionar o impasse.
Antonio Tecco Jorge, secretário administrativo da Prefeitura, admite que até mesmo o levantamento de dados precisos sobre os danos, torna-se difícil, pois pode haver a possibilidade de tão logo proceder a essas buscas e de imediato as chuvas retornarem.
O problema maior, segundo Tecco Jorge, é que mesmo com a estiagem e a estabilidade do tempo, todos os reparos de ruas, pontes e estradas devem ser feitos de imediato, pois a situação está caótica para todos, pois todos exigem prioridades nos serviços.
Tecco alegou ainda que a preocupação da administração é grande, razão pela qual, espera concluir o mais breve possível os processos reivindicatórios para que o município possa  recuperar os danos.
Como já ficou declarado, faltarão máquinas e recursos suficientes para esses serviços, mesmo após a estiagem. “Com chuvas, torna-se impossível qualquer tarefa que tenham como objetivo reparar as estradas no atual momento.”
Tecco admite que a população tem que entender a situação e torcer para a rápida estiagem e fixação do tempo.

No balanço preliminar, Irapuru conta com 22 ruas danificadas e sete pontes sem acesso. Um quadro que chama a atenção para o grande prejuízo que o município vem tendo com as intensas chuvas que caem na região. Além de ruas, as estradas não estão tendo as atenções necessárias, tendo em vista a impossibilidade de até mesmo máquinas chegarem aos pontos críticos. Como já aconteceu caso de se remediar um trecho, mas as chuvas chegaram novamente e aumentou ainda mais os danos. Algumas culturas que deveriam estar sendo colhidas, como a acerola, estão comprometidas. O transporte do leite, da mesma forma encontra  precariedade  até chegar nos pontos mais firmes. Esta situação exigiu a atenção das autoridades municipais que urge para a elaboração de um levantamento para solicitar recursos do governo do estado, uma vez que, não possue condições para enfrentar todo o problema. Os recursos materiais da prefeitura são limitados, para o dia-a-dia das suas necessidades, porém, com as chuvas que não param e que ainda voltarão a cair, o problema se agrava ainda mais, o que levou o prefeito a manter contatos com esferas superiores para encaminhamento de pedidos de recursos necessários para solucionar o impasse. Antonio Tecco Jorge, secretário administrativo da Prefeitura, admite que até mesmo o levantamento de dados precisos sobre os danos, torna-se difícil, pois pode haver a possibilidade de tão logo proceder a essas buscas e de imediato as chuvas retornarem. O problema maior, segundo Tecco Jorge, é que mesmo com a estiagem e a estabilidade do tempo, todos os reparos de ruas, pontes e estradas devem ser feitos de imediato, pois a situação está caótica para todos, pois todos exigem prioridades nos serviços.Tecco alegou ainda que a preocupação da administração é grande, razão pela qual, espera concluir o mais breve possível os processos reivindicatórios para que o município possa  recuperar os danos. Como já ficou declarado, faltarão máquinas e recursos suficientes para esses serviços, mesmo após a estiagem. “Com chuvas, torna-se impossível qualquer tarefa que tenham como objetivo reparar as estradas no atual momento.” Tecco admite que a população tem que entender a situação e torcer para a rápida estiagem e fixação do tempo.


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