
Alunos atentos no uso das máquinas, na preparação das peças que em seguida são comercializadas.

Porém todos os cuidados para a qualidade do produto que é sempre acompanhada de perto pelo professor Neizinho.
O município de Irapuru, através da administração pública, mantém a única escola de marcenaria de toda a região de Presidente Prudente. Através do projeto Marcenaria, a escola Caminho para o Futuro é mantida pela prefeitura municipal, com o objetivo de formar mão-de-obra especializada no ramo da marcenaria.
Com incentivo e apoio do prefeito Tonho, o irapuruense Sidnei Rozendo de Lima, preparou todos os processos, frequentou curso em Presidente Prudente, junto ao Senai, se preparando pedagogicamente para repassar a seus alunos todas as técnicas, por ele já assimilada nos longos anos de profissional no setor de marcenaria, o que foi adquirido quando trabalhou nas principais fábricas de móveis da região.
Para o prefeito Tonho, ele sentiu que os jovens de Irapuru estavam carentes, sem opções para seguir uma caminhada profissional com orientação de especialista. Hoje, diante do sucesso da escola, considerada a única de toda a região de Presidente Prudente, mantida pelo poder público, Tonho afirma que muitos de seus colegas prefeitos, como outras pessoas, o cumprimentam pela iniciativa.
Para Sidnei Rozendo de Lima, o popular “Neizinho”, a escola mantém apenas um turno de 17 alunos, que pelo interesse, procuram sempre não faltar às aulas e já estão em estágio adiantado. Neizinho alegou que o curso básico é de seis meses, mas “o prefeito Tonho insistiu para que o mesmo fosse de um ano, para melhor aperfeiçoar e preparar o aluno”, disse. “Hoje o mercado precisa de profissionais e não encontra e, devemos ensinar da melhor forma possível esses jovens”, disse o prefeito, para quem, “é preferível gastar na formação profissional desses jovens, que ter que retirá-los de caminhos tortuosos”, completou, demonstrando a sua grande satisfação pelo projeto.
A escola possue todos os maquinários necessários para a confecção de qualquer peça. Segundo Neizinho, os alunos já estão em fase de construção de alguns trabalhos. Todos os materiais por eles preparados são vendidos. Do apurado, tira-se as despesas com os produtos e do restante, 80% é repartido entre eles. Os alunos estão trabalhando também, na recuperação de peças de madeiras, entre elas, guarda-roupa, mesa, armário, etc.
Neizinho afirma que existem mais pessoas interessadas nos cursos, mas que fosse durante a noite e, entre elas gente conhecida da comunidade e que querem apreender a confeccionar algumas peças.
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