
Rua Tabajara está intransitável, além de escura, que foi interceptada por uma enorme cratera.
Na última reunião da Câmara Municipal de Flora Rica, foi aprovado por unanimidade requerimento do vereador Edivaldo Alves Brito, cobrando do prefeito uma atenção maior para o estado da Rua Tabajara.
A mesma já está intransitável, nas proximidades da Simão de Oliveira, uma vez que as chuvas danificaram a camada de esfalto, bem como a terra compactada.
Os vereadores que se pronunciaram durante a sessão, alegaram que é um verdadeiro descaso para com a própria cidade, uma vez que a pavimentação não é antiga, mas a rua está sendo danificada aos poucos.
Num trecho, a cratera foi tamanha que não há como acessar por completo referida rua. Por outro lado justamente no trecho onde existem as crateras e, onde a rua só pode ser transitada por pedestres, não existe iluminação. “Ela fica totalmente no escuro”, assegurou um vereador.
Alan Gonçalves admite que o prefeito tem ciência do fato, já foi no local, mas não tomou qualquer providência, que vem sendo reivindicada pelos moradores, que querem segurança.
Em seu requerimento, o vereador autor da propositura alega que é “Justo salientar que além dos motivos aqui elencados, existe um buraco grande na rua Tabajara e sem iluminação o perigo é maior ainda, pois o risco é tanto no tocante a segurança dos munícipes, como também no tráfego em geral, pois a área é muito escura e sem segurança, já que nas proximidades tem um bosque.”
O prefeito Paulo Farias, o Piriquito, admitiu que as obras foram suspensas, diante das chuvas que atrapalharam os serviços. Assegurou no entanto, que há necessidade de se construir uma galeria para evitar maiores danos, razão pela qual, encaminhou ainda ontem para a Câmara Municipal pedido de recurso no valor de R$ 80.000,00 para a construção dessa galeria.
Ele disse entender a posição da Câmara que na realidade está ajudando a sua administração, como da mesma forma, que aprecie as matérias encaminhadas para que se busquem uma solução definitiva para a Rua Tabajara. Alega que o pagamento da construtora está suspenso, o que será retornado após a construção da galeria, e a retomada das obras.
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